Notas de Aula

A gente observa a aproximação profundamente antiética ao problema da política pela esquerda liberticida, à beira da autodissolução, e se pergunta qual a sua raiz.

Pois bem, a raiz algo longínqua, ainda na origem da modernidade, é o espinosismo (mais do que o maquiavelismo), e sua identificação crua entre direito e poder.

A raiz próxima, em seqüência ao colapso do marxismo, é a dialética negativa, a dissolução da substância única em totalidades fragmentadas e dissipativas, quer dizer, a dissolução do espinosismo em niilismo.

Este processo de decadência tem duas fases: 1) Indiferença à liberdade (à abertura da coerência a seus múltiplos modos); 2) indiferença à própria coerência.

As pessoas, que não são bobas, sentem na própria pele o veneno do niilismo, e se lançam de braços abertos aos políticos de “direita”.

Não me parece ser um processo de curto prazo. Que venha com ele o colapso da própria briguinha infantil entre “esquerda” e “direita” e desapareça de vez o fantasma caquético da revolução francesa.

Trancoso

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As virtudes públicas em economia:
  • Poupança;
  • Moeda estável;
  • Impostos baixos.

↪ criação de riqueza

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Os vícios públicos:

  • Consumismo;
  • Moeda instável ou inflação;
  • Impostos excessivos.

↪ expropriação governamental e empobrecimento.

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Mas as virtudes são virtudes: custosas a curto prazo, compensadoras a médio e longo prazos; e os vícios… bem, os vícios são, como sabemos, o contrário.

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El Calafate

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Os três níveis de reconhecimento ético:

1. Reconheço a liberdade do outro como pré-condição de minha liberdade (autonomia como valor extrínseco);

2. Reconheço a liberdade do outro como um bem em si (autonomia como valor intrínseco);

3. Reconhecemos mutuamente nossa liberdade como um bem em si (autonomia recíproca).

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